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Power Rangers: É hora de morfar

Melhor do que eu imaginei.

Nossos heróis da TV enfim chegaram as telas de cinema.
Power Rangers estreou na última quinta-feira (23) dirigido por Dean Israelite, um jovem diretor Sulafricano tão fã de Power Rangers como você que está lendo este artigo.
Com vários efeitos especiais requintados, longe dos bizarros efeitos do seriado de TV dos anos 90. Power Rangers ganhou uma nova roupagem, de um filme de respeito.

Sem deixar o bom senso de humor dos guerreiros de lado, as lutas, explosões, Zordon e Alpha foram muito bem executados.

A seleção dos atores foi bem interessantes, com Drace Montgomery (Vermelho), Noemi Scott (Rosa), Becky G (Amarelo), Ludi Lin (Preto) e RJ Cyler (Azul. PS: Melhor atuação dos 5!!).

Os selecionados para interpretar têm suas carreiras marcadas por pequenos papéis em filmes e séries consagradas.

Drace, por exemplo atuou em “Stranger Things”, e Noemi Scott em “Terra Nova” e “Perdido em Marte”.

Os jovens atores assumiram a responsabilidade de interpretar os Rangers e foram muito bem.

E essa nova armadura ficou maneira demais…

Você sabia que Zordon foi o primeiro Ranger Vermelho? Sim, isso é real!

Interpretado por Bryan Cranston, o Dr. White de Breaking Bad, Zordon é revelado em uma luta há milhares de anos contra Rita Repulsa.

Ela que foi a primeira Ranger Verde, o traiu, fazendo ele se sacrificar e ficar eternamente preso em uma massa de energia.

Novo Zordon, se mexe pela tela dessa vez…

E a Rita Repulsa? Muito melhor…

Tem monstros de pedra? Brigas na pedreira? Monstros gigantes? Zords? Simmmm! Tem sim!

Rita, a milenar arqui rival de Zordon retorna a terra em busca do Cristal Zeo, para isso ela rouba todo ouro da cidade de Alameda dos Anjos para criar o gigante Goldar (OK… Ele podia ser melhor).

Aí enfim toca “Go! Go! Power Rangers!” e começam as lutas de Zords. E o Mega Zord?

É uma mistura de “Transformers” e “Círculo de Fogo” (muito mais moderno que as caixas de papelão e o cano PVC​ da minha casa).

PS: Para os grandes fãs, a última cena carrega um crossover muito legal!

(Nossa, mas é tão bom assim? Meo Deos!)

Pera…

Como nem tudo são flores, há pontos negativos, filme é extremamente extenso (Sim! Demora demais pra começar a ação de verdade).

São 180 minutos de filme, com cenas morosas e sem ação.

Na intenção de detalhar a história, cenas desnecessárias ganham destaque.

Em resumo:

Com um enredo pronto, sem necessidade de alterações, o que surpreende em “Power Rangers: É hora de morfar” são os efeitos excelentes e profissionais.

Uma nota 7,5, um descontão pela extensão do filme.

Assista, e volte a infância… “Go! Go!”

 

Written by Vitor Rennier

Vitor Rennier, 20 anos, cara de 30. Estuda publicidade, canta, toca violão, anda de bike e não faz dieta. Já se arriscou em design de interiores, vendedor de livros, aprendiz, mas se viu feliz mesmo, se comunicando. Desculpe qualquer coisa.

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